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Mostrando postagens de 2014

Editorial para 2015: seja Luz

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Nestes tempos sombrios , é hora de irradiar nossa luz interior. Mostrar pra nós mesmos que podemos mais e que somos muito melhores do que imaginamos. É hora de admitir nossos defeitos, nossas falhas e esquecer um pouco os outros e seus defeitos. E irmos além do que achamos que podemos. A proposta pro blog neste ano é trabalhar com os assuntos mais luminosos possíveis, deixando as coisas tristes de lado - afinal, já temos tristeza demais no mundo. Sobretudo trabalhar nossa luz interior, que está sob escombros e entulhos da nossa vida. Que tal uma faxina? Vejo as pessoas reclamando muito dos problemas. Mas muito mesmo, que até cansa! Indo além dos próprios problemas, as pessoas adoram reclamar dos problemas dos outros, dos problemas da sociedade como um todo. E não conseguem perceber algo primordial: nós causamos nossos próprios problemas. Se nossa vida está assim, se a sociedade é assim, é porque somos assim, nós escolhemos isso. Não vou ficar martelando isso na sua cabeça, até porqu

Capricho

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Evangelho de Lindisfarne, digitalizado pela British Library, fólio 2v. Lembra quando eu falei sobre produtividade ? Naquele post eu sugeri focar na qualidade ao invés da quantidade. E eu fui percebendo ao longo dos dias como deixamos de fazer as coisas com capricho - sabe, com aqueles detalhes que fazem toda a diferença e que dão aquela satisfação ao final. Fazer é uma coisa, mas fazer com capricho... Tem horas que a vida nos dá presentes assim: bem feitos, sob medida para as situações. Nem sempre estamos abertos para isso - normal, estamos quase automáticos, pulamos os momentos da vida como se pudéssemos voltar atrás depois. Se cada momento fosse vivido com esmero, com capricho , todos valeriam a pena - até os piores. A graça de viver está nos detalhes - detalhes definem tudo . Os acasos (que não são acasos, diga-se de passagem) acontecem conforme estamos. Se estamos bem, atraímos coisas boas, se estamos mal, atraímos a mesma coisa. Por isso que quando estamos atrasados mais co

Sorria!

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Happy Smile Text, por Dawn Hudson Hoje em dia as pessoas fazem muita cara feia! Cara amarrada, cara fechada. Na moral, isso me assusta! De início eu pensei que era algum tipo de preconceito não detectado . Nessa moda de que todo mundo tem preconceito com todo mundo, até pensei que fosse algo do gênero, mas não é: simplesmente as pessoas se recusam a sorrir, vivem de mal humor o tempo todo. É tão constante que quando uma risada escapa, ops, fecham a boca como se fosse um bocejo ou um arroto. Pensava que era preconceito porque hoje em dia tudo é considerado atitude preconceituosa. Então eu pensava que qualquer atitude que eu tinha na rua era vista como algo negativo. Por mais que eu tomasse cuidado ou fosse educada, aquelas caras fechadas continuavam. E como uma cara feia incomoda! Parece que você fez algo errado, ou que você não é bem-vindo. E aos poucos fui percebendo que o problema estava no meu sorriso: eu sempre levo comigo um sorriso nos lábios (claro que não dá o tempo todo po

Ame seu dinheiro

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Você tem um trabalho e recebe por isso. O dinheiro é uma representação do resultado do esforço do seu trabalho. Se antigamente o que você produzia era trocado pelo que você precisava, hoje em dia o que você produz é trocado por algo que lhe permita adquirir o que você quer e precisa. Basicamente é isso, e independente de você estar satisfeito ou não, é seu e você precisa aprender a valorizá-lo. Making Change, por Adrian Paulino Uma observação importante: você realmente está insatisfeito com seu salário? Quero começar com este questionamento porque vejo pessoas receberem bem mais do que eu e estarem atoladas em dívidas, e outras tantas que só querem saber de aumentos (mas não sabem responder quando questionadas sobre o que vão fazer com esse dinheiro a mais). Eu sei que ganhar um dinheirinho a mais é bom, mas isso não ocorre com frequência, o que leva à reflexão de aprender a valorizar o que tem, sem se importar com a opinião alheia a respeito . Quando observamos o que realmente

Como lidar com a Raiva

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Se você veio aqui procurando uma receita de bolo, uma dica de relaxamento, ou apenas palavras confortáveis, creio que não irá gostar deste post. Porque lidar com a raiva requer muito trabalho . Você vai literalmente ignorar a raiva, porque esta é incontrolável. Esqueça todos os depoimentos de pessoas que usam a energia da raiva para fazer algo para mudar as próprias vidas. A raiva é uma energia cega e destrutiva, então enquanto você pensa que está fazendo algo de bom com a raiva, na verdade você está cavando sua própria ruína. Depois do ataque de raiva (ou fúria) sempre há aquela sensação de exaustão. E o arrependimento. E o ciclo recomeça. Quando você alimenta a raiva, você tira de si sua própria força para mudar a vida, e não consegue quebrar este ciclo. Eu mesma já passei por essa experiência, e tentei muitos métodos para me "acalmar" - sem resultado. Claro que cada caso é um caso , e muitas pessoas podem discordar do que estou dizendo - e mesmo atestar a eficácia de mé

Partindo para a Ignorância

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Resolvi partir para a ignorância, de uma forma única, porém não original: ignorar tudo que nada adiciona a minha vida, principalmente coisas negativas. Se eu for levar em conta cada besteira que as pessoas falam ou fazem, acabo surtando. E muitos devem surtar por aí, cometendo crimes e outras atrocidades. Minha experiência pessoal resume-se a surtos de raiva a partir do segundo ano da faculdade, que ficaram intensos no terceiro. Procurei tratamento, e os surtos diminuíram. Durante o tratamento, aprendi a lidar com a opinião alheia; aliás, ainda estou aprendendo. E quanto mais vou aprendendo, mais vou percebendo o quanto as pessoas não sabem lidar umas com as outras. Então eu aprendi a lidar com a minha raiva , e percebi que uma grande fonte dela é o excesso de informações que absorvemos ao longo dos dias, cuja maioria geralmente é desagradável e pessimista. Cortei a maior parte deste mal pela raiz: parei de assistir televisão. Não sinto falta dela, não me sinto desinformada, muito me

O Estranho Thomas

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Um cozinheiro de uma lanchonete em uma pequena cidade norte-americana tem o estranho dom de ver e se comunicar com os mortos e seres das sombras, e usa sua habilidade para resolver crimes e evitar catástrofes. Com o apoio de sua namorada, Stormy, Thomas tenta evitar que um massacre se abata sobre sua cidadezinha, investigando por conta própria um estranho morador, cercado por seres sedentos de sangue. Depois de tanta insistência, lá fui eu ver o filme. Não é grande coisa, muito menos uma super trama. É uma ação simples, centrada apenas na resolução do mistério para evitar que um matador em massa cause estragos na cidadezinha. Quem não presta atenção perde o essencial do filme: como agem as sombras, e de que forma elas podem manipular as pessoas. Sim, o filme é real neste aspecto - e as pessoas passam despercebido por considerarem parte da ficção. O interessante deste filme é o relacionamento do protagonista com os mortos e espíritos malignos - como ocorre na realidade. Estes último

Ensaio sobre a Fofoca

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Talvez um dos maiores males da sociedade atual seja a fofoca. É algo que aparenta ser inofensivo, mas seus danos podem ser mais letais do que muitas armas. Contra a fofoca não há muita defesa, nem muita atitude a ser tomada, porque a fofoca amarra as pessoas em laços de interesses dentro de um jogo no qual todos perdem. É como a maldição do filme O Chamado: para se livrar dela, tem que mostrar o vídeo a alguém, que vai ter que mostrar a outra pessoa, a outra pessoa... Se você realmente quer uma vida melhor, cesse a fofoca da sua vida. Qualquer tipo de fofoca, por mais leve e inofensiva que pareça. Não busque saber dos outros por outros, você tira todo o direito de defesa das pessoas. Na grande maioria das vezes, o fato é manipulado, distorcido, e fica parecendo ser algo nocivo, quando na verdade o que ocorreu foi uma besteira de nada. Já é feio ficar contando o que acontece com os outros para outras pessoas, imagina ainda distorcer. Convido você a refletir sobre o dano causado pel

Amélia e as Mulheres "de Verdade"

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Na minha tenra infância, eu ouvia a música Ai que Saudades da Amélia . Para mim, era uma música como qualquer outra. Ao longo dos anos, comecei a ouvir comentários do tipo: não seja uma mulher Amélia, Amélia era uma pobre coitada, etc. Só que um dia desses decidi pesquisar a respeito: quem era Amélia? Por incrível que pareça, Amélia existiu de verdade, e não era nada daquilo que as pessoas dizem hoje em dia. Só que não vou me ater a sua história de vida, já que ela não transparece na letra da música: Nunca vi fazer tanta exigência Nem fazer o que você me faz Você não sabe o que é consciência Nem vê que eu sou um pobre rapaz Você só pensa em luxo e riqueza Tudo o que você vê, você quer Ai, meu Deus, que saudade da Amélia Aquilo sim é que era mulher Às vezes passava fome ao meu lado E achava bonito não ter o que comer Quando me via contrariado Dizia: "Meu filho, o que se há de fazer!" Amélia não tinha a menor vaidade Amélia é que era mulher de verdade Ué, c

Tempos Sombrios

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Dreamy Beams, por Anita Ritenour Ultimamente a ficção em si trabalha só com coisas tristes, sombrias, trevosas. Isso gera um profundo desconforto em mim, tanto que nem televisão sozinha eu vejo mais. O que é pra ser um entretenimento, uma diversão, que relaxasse, animasse, alegrasse, só acaba trazendo melancolia, medo, ansiedade. As temáticas, sejam em novelas, filmes, séries, e até mesmo livros (fugindo um pouco da televisão), abordam medo, inveja, raiva, ódio, entre outros tantos sentimentos baixos como atitudes negativas. Uma coisa que me chamou a atenção foi uma propaganda da série Hemlock Grove, da Netflix: a luz pode ser mais cruel que a escuridão . Luz não é algo cruel, só que as pessoas são responsáveis pelos seus atos, e cobradas por ele. A diferença é que a Luz perdoa quantas vezes forem necessárias, mas a Sombra não. Não vou entrar no mérito do seriado até porque não o vi, apenas a frase me chamou a atenção e quis comentar sobre. A ética dos super-heróis mudou consider

Editorial para o Futuro: o que eu quero para minha vida

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Como podem ver, estou fazendo diversas mudanças no blog. Decidi que ele precisa de uma nova vida, assim como eu estou criando uma nova vida para mim. O trabalho é gradual: posts são deletados, imagens são adicionadas, layout alterado, implantação do sistema de tags... Quero fazer algo efetivo pelo blog para que ele seja algo bom e duradouro, gentil e interessante, crítico quando for necessário. Eu amo escrever, e é algo que eu quero fazer por toda a vida. Se eu sou causadora dos meus próprios problemas, então eu posso resolvê-los por conta própria, sem esperar que algo de fora venha e resolva. Claro que há horas em que devemos parar para refletir, esperar pelo melhor momento. Fazer nada é fazer alguma coisa. Amadurecimento vem com o tempo. Tempo que aproveitamos para fazer o melhor por nossas vidas. Por isso que nos últimos posts eu convidei você, leitor, a refletir, a pensar, a esperar, a sentir. Por isso te mostrei outro lado, outra alternativa. Você não precisa ser socialmente

As pessoas atraem suas situações

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Jaguar, por Petr Kratochvil As pessoas atraem as situações pelas quais passam. Isso derruba qualquer vitimismo ou coitadismo, e dá amplas condições para que as pessoas mudem de vida por conta própria. Não espere que os outros tenham dó de você e passem a mão na sua cabeça. Lute e vá atrás, não fique parado, mas descanse se tiver cansado e chore se tiver que chorar. Atualmente vivemos em uma sociedade que tenta reprimir qualquer coisa pela qual considere violenta: seja uma atitude enérgica, seja aquele tapa bem dado, seja um ato que possa salvar a vida de alguém. Não se pode fazer cara feia, falar bravo ou encarar de frente. Somos educados a abaixar a cabeça e pensarmos que a vida é assim e ponto. E a vida não é assim. Aliás, a vida é bastante dura. Duríssima. E pode ter certeza: deixar ser comido pela onça não é a melhor alternativa. Lembro de como ensinam as pessoas a se defenderem no mato: fingir-se de morto, de doente, de modo que o predador se afaste. E quem disse que animal

Refletindo sobre Produtividade

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Egg and Hammer, por George Hodan As pessoas andam parecendo máquinas: buscam fazer mais e mais, sem se preocupar com a própria saúde ou mesmo descansar um período adequado ao organismo. Mais serviço, mais dinheiro, mais responsabilidades, mais problemas, menos saúde, menos prazer, menos vida. Estamos muito quantitativos. Fazemos muito, mas não se faz nada direito. Tudo fica no desleixado, no provisório, tendo que ser refeito constantemente, apenas para ser feito mais. Não seria melhor deixar de lado fazer muito para, pelo menos, fazer bem? Nossa cabeça hoje em dia está repleta de tarefas a fazer, e para gerenciá-las são utilizadas diversas ferramentas e aplicativos de celular. Uma agenda só não dá conta. Uma pessoa só também não. Não pense que isso é bom, muito pelo contrário: se sua cabeça sozinha não consegue gerenciar seus compromissos, seu corpo também não consegue. Superar limites é uma coisa, há a consciência do esforço, mas não é um estado constante de sobrecarga como na men

A Vida não é Receita de Bolo

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Parece algo óbvio, mas se for prestar atenção, as pessoas em volta parecem procurar loucamente uma receita de bolo para as situações da vida. Olhe as vitrines das livrarias e veja o que faz sucesso na sessão de auto-ajuda: não são livros que ajudam a refletir e a evoluir, mas "como ganhar dinheiro", "como fazer sucesso nos relacionamentos" e afins. O que as pessoas não percebem é que essas "receitas de bolo", por assim dizer, são muito mais experiências pessoais que deram certo (ou não) para os autores do que uma certeza de que vai funcionar pra todo mundo. Interessante notar que nesses livros, se o método fracassa com você, a culpa é apenas sua porque não fez "rigorosamente" o que está no livro. No entanto, as circunstâncias não permitem que aquele método seja meticulosamente repetido, logo não é uma receita de sucesso. Contudo, ao invés de as pessoas perceberem isso e pularem fora, partem para o próximo livro, e para o próximo, e mais outro.

Aprenda a Ouvir (e a Dizer) Não

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Mesmo que a vida não seja uma receita de bolo , algumas coisas acabam sendo aprendidas ao longo da vida, outras não. Uma coisa que percebo é a dificuldade das pessoas com a palavra não . Algumas pessoas dizem (que estudos disseram) que as pessoas em geral não "entendem" a palavra 'não'. Simples: é como se ela não existisse e a mente não processasse, transformando a negação em afirmativa. Será? Não irei entrar neste mérito, até porque o 'não' existe e está aí para ser usado. O problema é que as pessoas têm tanto medo desta palavra que algumas precisam de tratamento só por causa disso. E o problema é mais sério do que se pensa. Como se a palavra 'não' criasse barreiras entre as pessoas, e estas barreiras as afastassem (e como se isso também fosse de certa forma negativo). Tem horas que dizer 'não' é necessário. Cria limites, impõe respeito, resolve definitivamente problemas de grande gravidade. Enfim, permite que a mudança ocorra, já que per

Se não há deveres, não há direitos

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Simplesmente não é possível clamar por direitos sem o cumprimento de deveres proporcionais. É uma conta que não fecha: alguém é escravizado pelo excesso de deveres, talvez a sociedade inteira sem perceber. Alguém precisa ter o dever de fazer para outro alguém ter o direito de ser beneficiado. No final das contas, a sociedade é mais saudável com menos direitos, pois assim há menos deveres a serem cumpridos e maior liberdade para tomada de decisão e acordos entre as pessoas. Por incrível que pareça, sociedades com menos direitos previstos em lei são mais desenvolvidas e com legislações duradouras - vide o exemplo dos Estados Unidos, com sua constituição enxuta do século XVIII. Há três direitos fundamentais, conhecidos por negativos , pois não implicam nenhum dever direto: à vida, à liberdade e à propriedade. Esses direitos são vitais à sociedade de tal forma que qualquer cerceamento a eles pode resultar em catástrofe - mesmo que alguns considerem outros direitos mais importantes do qu

Nunca deixe de sonhar

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Percebo que as pessoas chegam em casa, deitam, dormem e não sonham. Durante o dia, as preocupações vêm à cabeça, não dando espaço à imaginação, ao sonho, às ideias malucas. Aos poucos isso vem sendo abandonado, jogado de lado, como se não tivesse mais valor. Muitos me dizem que não vale a pena mais sonhar porque isso não muda nada. E quem disse que não muda? Sonhar, imaginar, fantasiar faz toda a diferença na vida. É o que realmente permite que os olhos sejam abertos de manhã e fechados à noite todos os dias. Você pode inventar todas as desculpas: todo esse esforço, toda essa "obrigação", é para um dia poder voltar a sonhar. E o sonho não é uma ilusão, não é uma mentira: é uma realidade a ser vivida como a realidade que você considera real. Sonhos não mentem. Não digo que o sonho seja alguma coisa concreta a ser interpretada como uma mensagem, é algo a ser sentido. E a imaginação está ligada aos sonhos: quanto mais você imagina, mais seus sonhos serão variados e ricos. E

O que você anda fazendo com sua vida?

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Balloons - St-Jean 2012 por Claudette Gallant Sei que a maioria das pessoas irá responder com um claro não interessa , enquanto uma parte responderá com algo fútil, outra parte não irá responder, e apenas uns gatos pingados darão uma resposta que realmente interessa à pergunta do título deste post: o que você anda fazendo com sua vida? Não é para me responder, é pra responder a si mesmo: estou fazendo um convite para uma reflexão com a pessoa mais especial da sua vida: você mesma . Pode não parecer verdade, mas você é a pessoa mais especial para você mesma. Esqueça (por enquanto) pai, mãe, irmãos, amigos, ídolos. Esqueça todo mundo por um momento. Onde você está, o que está acontecendo com você? Esqueça por um momento a sociedade, a economia, a política, a ideologia, o vizinho. O que você realmente quer para a sua vida? Isso não é egocentrismo: você só pode mudar as coisas através da única pessoa que você realmente pode mudar: você mesma . Você não irá mudar as pessoas - elas p

A culpa não é de ninguém, mas a responsabilidade é de todos

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As pessoas são responsáveis por tudo que acontece na vida delas, mas cerca de 95% da população mundial não tem consciência disso, com a tendência de morrer sem tê-la. Nos últimos tempos, o papel de vítima passou por uma grave distorção, como se fosse alguém passivo ao ocorrido, imune de acusações, permitindo que forças externas o manipulem, o joguem de um lado pro outro. sendo que você pode assumir o controle da sua vida e assumir a responsabilidade pelo que acontece com ela. We want you! por Lode Van de Velde Assumir a responsabilidade de algo dá muito trabalho, pois requer coragem, muita coragem. Não falo de não ter medo, porque o medo é necessário para ter noção do que acontece em volta. Ter coragem não é fácil - é mais fácil não ter medo e ser uma pessoa imprudente. Mais fácil ainda é entregar a responsabilidade nas mãos de outrem. É bem mais fácil, mas não há crescimento, nem aprendizado, e pior: você acaba fazendo coisas nas quais não concorda. Conclusão: não vale a pena. Nin

Reflexão nada simples sobre o Feminismo

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Eu tive uma época em que lia muito sobre o Feminismo, as causas, as lutas, as conquitas e os problemas (etc etc). Depois eu fui cansando (sim, literalmente) dos discursos e acabei me afastando. Esse afastamento me permitiu refletir sobre algumas coisas que eu gostaria de compartilhar aqui. Acho que vai dar um post meio polêmico, se bem que o post sobre sentir também o é e tive respostas muito positivas. Se é pela igualdade entre os sexos, por que Feminismo?   As meninas batem o pé insistindo que o Feminismo prega a igualdade entre os sexos, mas, poxa, igualdade entre os sexos só para a mulher? Então pensei: deve ser a busca pela igualdade através da valorização da mulher e de seu papel na sociedade . Só que isso abriu outra questão: e o homem? Ele não pode ser valorizado? Pois é o que eu vejo: coisas masculinizadas serem desvalorizadas e até desprezadas (ser homem está cada vez mais difícil...). Qualquer atitude mais bruta/rústica é mal vista pelas pessoas em volta (homens e mulher

Pare e Espere

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Sky, por Petr Kratochvil Talvez seja uma das coisas mais difíceis de se fazer atualmente, por mais simples que pareça. O mundo atualmente não permite que paremos, muito menos que esperemos. Temos que preencher nosso tempo com mais e mais atividades, sendo previstas algumas pausas para descanso, para tomar um café, e para o sono, porque nosso corpo realmente necessita (e para alguns, porque emagrece). Parar para olhar a paisagem, para deixar a mente relaxar e passear por aí é quase proibido. É falta de atenção, é "oficina do diabo". Esperar o tempo passar para alguma situação se resolver é algo impensável, é falta de atitude, falta de consideração. Se por um lado temos que tomar atitudes perante certas coisas que acontecem, e ficar pensando bobagem não leva a lugar nenhum, por outro lado, se não começarmos a parar e esperar, as consequências serão catastróficas. E isso é mais sério do que você imagina: não adianta querer resolver tudo na hora, não adianta querer fazer tudo

Pare de reclamar e seja grato

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Message Stones, pela Pixel Perfect Digital Há a falsa sensação de que reclamar ajuda a resolver os problemas. No entanto, a mera reclamação não traz consigo nenhuma ideia de solução, nem ao menos abre caminho para a resolução. É possível ficar horas e mais horas ouvindo sobre problemas e mais problemas ao invés de focar-se alguns minutos para resolvê-los de vez (ou pelo menos começá-los a resolver). O principal motivo é o comodismo: o medo de um problema ser resolvido e logo aparecer outro, do qual não se está acostumado. É necessário ter consciência de que as pessoas acostumam-se com os seus problemas e tiram vantagens deles, logo resolvê-los é mais um aborrecimento do que um alívio. Contudo, problemas sempre aparecem, não importa quantos estejam ativos no momento. Acomodar-se não é seguir o fluxo do Universo de forma natural, mas se apegar à situação existente, esforçando-se para que ela não mude. Fica a ideia de voltar ao que era antes - o que nunca irá ocorrer. A melhor soluçã