quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Editorial para o Futuro: o que eu quero para minha vida


Como podem ver, estou fazendo diversas mudanças no blog. Decidi que ele precisa de uma nova vida, assim como eu estou criando uma nova vida para mim. O trabalho é gradual: posts são deletados, imagens são adicionadas, layout alterado, implantação do sistema de tags... Quero fazer algo efetivo pelo blog para que ele seja algo bom e duradouro, gentil e interessante, crítico quando for necessário. Eu amo escrever, e é algo que eu quero fazer por toda a vida.

Lendo (e apagando) antigos posts, percebi o quão pessimista eu era. Posts mal escritos, assuntos tristes, raiva, melancolia profunda. Eu realmente era uma maníaca depressiva que poderia se matar a qualquer momento, como eu mesma havia escrito há alguns anos. Só que desde o ano passado eu decidi mudar essa postura, e isso se refletiu nos posts que eu comecei a escrever a partir de então.

Se eu sou causadora dos meus próprios problemas, então eu posso resolvê-los por conta própria, sem esperar que algo de fora venha e resolva. Claro que há horas em que devemos parar para refletir, esperar pelo melhor momento. Fazer nada é fazer alguma coisa. Amadurecimento vem com o tempo. Tempo que aproveitamos para fazer o melhor por nossas vidas.

Por isso que nos últimos posts eu convidei você, leitor, a refletir, a pensar, a esperar, a sentir. Por isso te mostrei outro lado, outra alternativa. Você não precisa ser socialmente aceitável, as pessoas não são obrigadas a gostar de você. Você é livre, basta querer, e assumir a responsabilidade por isso. Não fuja de suas responsabilidades, nem a deixe nas mãos de outrem. Foi o que eu comecei a fazer nos últimos meses: ser responsável pelos próprios atos dá liberdade de escolha, sem que precisemos da aprovação dos outros.

Por fim, pretendo nessa nova fase do blog escrever coisas mais animadas, alegres e luminosas. Chega de trevas nas nossas vidas: vamos abrir as portas e janelas do coração e deixar a luz entrar. Que esse blog agora seja cheio de luz e vida - mesmo com a História quase sempre falando de morte e tragédias. Tudo é uma questão de escolha, de dar preferência. Por isso, nos próximos posts, pretendo abordar os seguintes assuntos:

  • os 17 níveis de consciência humana: com base na obra de David Hawkins, pretendo comentar sobre esse assunto que é pouco conhecido no Brasil. As pessoas possuem níveis de consciência diferentes, que podem evoluir ou involuir. Esse é um dos diversos sistemas de consciência humana, que eu considero básico ao mesmo tempo dinâmico.
  • Reiki: como Reiki Master, chega a quase ser minha obrigação escrever alguma coisa sobre o assunto. Eu tinha um projeto de blog sobre assunto, mas acabei desistindo e deletando todas as postagens previstas. Pretendo começar de novo.
  • vida em República: passei a morar em uma república feminina. É uma experiência altamente enriquecedora. O contato direto com pessoas que você nunca viu na vida nos faz aprender sobre tantas coisas diferentes que você nunca saberia se morasse sozinho ou com os pais.
  • História, História, História: vou escrever mais sobre História aqui. Afinal, é a minha profissão.
Essa é só uma prévia do que irei fazer daqui por diante. Já tenho posts prontos e rascunhos em andamento. Ainda não terminei de editar todos os posts, mas já queria lançar as novas ideias. É uma das minhas grandes alegrias ter um blog. E é um grande prazer (e honra) escrever aqui. Fico feliz por não ter mudado o nome nem o endereço do blog por tanto tempo, coisa que era constante há anos atrás. E fico mais feliz ainda quando alguém vem, lê, e até mesmo comenta, dá uma ideia! Sou grata a você, obrigada.

4 comentários:

  1. Oi... Estou pra vir comentar faz tempo mas ando co preguiça de tanta coisa t.t e sem comentários inteligentes ou dignos. Eu vi que cada dia que entrava pra tentar comentar o layout estava diferente xD.
    Tenho preguiça (ou medo não sei) de fazer meu projeto =(. Na verdade tenho duvidas se vão entender a ideia. Posso te mandar um e-mail? '-'
    .
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    .
    Bjocas

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    1. Oi, linda!

      Então, mudei demaaaaaaaaaaaaaaaais o blog. E ainda estou mudando. Algumas mudanças ainda não foram concluídas - como imagens e tags em todos os posts.
      Criei este sistema de resposta de comentários. Ficou bom? Não fico sabendo se a pessoa recebeu a resposta...

      Estou lutando avidamente contra a preguiça. Agora que sei que meu sono é eterno (literalmente - problema de saúde) eu abuso do café para conseguir trabalhar e estudar. Quando não estou fazendo algo importante, apenas bebo água (e fico tão acordada quanto - a atividade influi na atenção).

      Beijos

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  2. "Eu amo escrever, e é algo que eu quero fazer por toda a vida”
    O sauvagerie também está passando por mudanças (e tentei comprar um host/domínio, mas, por enquanto, é caro rs) sobretudo porque mudei e espero permanecer mudando todos os dias e que seja ele, também, não só resultado da inexplicável sensação que é escrever, mas principalmente um meio de mudança, ainda que insignificante, daquele que me lê: ler o outro é ler a sua alma.
    Foi esse nosso comportamento "maníaco depressivo que poderia nos matar a qualquer momento" que nos aproximou.. Contudo não nego minha felicidade pelas mudanças das nossas posturas perante a vida e perante os outros. Os problemas existem e não há nada que os impeça de nos alcançar, mas nós podemos impedí-los de condicionar a nossa felicidade.
    Adotei, então, uma postura questinionadora da importância e da própria existência de um problema. Diversas vezes dei demasiada importância a situações que não mereciam ou inflei um “futuro” que sequer chegou a se concretizar ou que só se concretizou e se tornou um problema porque não tomei a iniciativa de impedir.
    Você disse uma coisa extremamente importante: "fazer nada é fazer alguma coisa". Mudar não significa ser capaz de resolver todas mazelas - suas e do mundo- , longe disso, é seguir em frente, pensar e observar o redor, olhar para os lados (e não só para si mesmo), perceber que existe um mundo lá fora, outro dentro de você e eles precisam se comunicar. Se o exterior não reflete aquilo que o seu interior entende como a vida que você gostaria de ter ou a vida que você gostaria de proporcionar àqueles que com você convivem (e até mesmo aqueles que jamais vão saber o seu nome), dê um passo à frente, pense nas circunstâncias, recue se preciso e prossega com firmeza e convicção ao invés de permanecer no leito esperando que as mudanças ocorram por um milagre.
    Descobri que a felicidade não é dada e não é plena, é feita de riscos, de aprendizado, de tentativas, de decepções, de enxergar a vida como uma oportunidade e, principalmente, ter um horizonte, sonhar conjuntamente com a realidade, criar mecanimos, dirigir nossas ações e comportamentos na direção do seu horizonte, transformar com pequenas ações a sua realidade para que ela esteja cada vez mais próxima dele.

    Acredito, sinceramente, no diálogo como um dádiva pro nosso crescimento, individual e coletivo. Você não está nesse mundo sozinho, mas não precisa ofuscar/menosprezar a sua individualidade, pelo contrário: ser diferente é garantir um mundo plural e culturalmente enriquecedor.
    Foi duro perceber a completa idiota que eu era, me pré determinando incapaz de conviver com os outros por aquilo que eles eram quando na verdade nunca considerei o que eu era. E, principalmente, que direito tenho eu de julgá-los?
    Bom, ainda não consegui deixar de lado meus pré-conceitos, mas tenho aprendido (e isso é diário) a ouvir, a sopesar, a acreditar no outro e ainda que seja frequentemente decepcionante permaneço convicta de que desistir do outro é desistir de mim mesma.
    Espero (re)conhecer você e que possa nos contar a História APESAR das mortes e tragédias.
    Escrever foi sempre meu único ato de liberdade e, olhe só, a partir do que li em você acabo de exercê-lo: ler a alma do outro permite a você ser livre. E fazendo uma analogia, ler o outro para escrever, ouvir o outro para falar: esse é o meu horizonte.
    Hasta la próxima minha amiga.

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    1. Oi, Giu!

      Então, não sei como tá agora, mas no meu tempo, ter domínio/hospedagem era bem barato. Me veio à mente a ideia de você juntar com uma ou mais amigas para pagarem juntas as custas, e todas terem blogs dentro deste domínio e hospedagem.
      Sim, as mudanças são muito sutis. Quando comecei esse processo de mudança pelo qual estou passando, não percebia muito a mudança de atitude, só fui ver mesmo algo expressivo um tempo depois. E agora eu vejo que não sou a mesma de ontem e não serei a mesma de amanhã. Algo muito incrível.
      Espero que essa nossa mudança de comportamento não nos separe, pelo contrário, nos mantenha mais unidas ainda.

      Acho que a felicidade é um estado constante de paz. Não é ficar saltitando e sorrindo o tempo todo, mas ter fé de que tudo está bem. Ainda é um conceito que estou definindo, mas por enquanto eu acho que é isso, rs

      Fico feliz pela sua mudança, coração. Continue assim.

      E História tem muita coisa boa. Muita coisa divertida e enriquecedora. Mas deixa isso pra outra hora por enquanto.

      Obrigada, sua linda <3

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