sábado, 27 de dezembro de 2014

Capricho


Evangelho de Lindisfarne, digitalizado pela British Library, fólio 2v.

Lembra quando eu falei sobre produtividade? Naquele post eu sugeri focar na qualidade ao invés da quantidade. E eu fui percebendo ao longo dos dias como deixamos de fazer as coisas com capricho - sabe, com aqueles detalhes que fazem toda a diferença e que dão aquela satisfação ao final. Fazer é uma coisa, mas fazer com capricho...

Tem horas que a vida nos dá presentes assim: bem feitos, sob medida para as situações. Nem sempre estamos abertos para isso - normal, estamos quase automáticos, pulamos os momentos da vida como se pudéssemos voltar atrás depois. Se cada momento fosse vivido com esmero, com capricho, todos valeriam a pena - até os piores. A graça de viver está nos detalhes - detalhes definem tudo.

Os acasos (que não são acasos, diga-se de passagem) acontecem conforme estamos. Se estamos bem, atraímos coisas boas, se estamos mau, atraímos a mesma coisa. Por isso que quando estamos atrasados mais coisas acontecem pra nos atrasar - nós potencializamos o sentimento de atraso. E as coisas vem de forma certinha, como a gente exatamente precisa.

Não precisa se preocupar com os problemas lá de fora - eles ficam lá fora. Pense com sua vida aqui, porque de uma forma ou de outra você está vivendo dia após dia - e viver é uma dádiva (morrer também, mas deixa pra outro post). E depois que ler este post, faça cada coisa com capricho, com amor.

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