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Mostrando postagens de Maio, 2015

Cores!

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Eu gosto de cores, gosto de tudo colorido. No meio do preto e do cinza, lá vou eu de amarelo, verde, vermelho. As cores são uma forma de expressão, não só de nossos campos energéticos, mas de nosso humor e de nossos pensamentos também. Pretendo não falar em cores no sentido terapêutico, já que limitar-se a utilizar determinadas cores para atrair determinadas coisas não ajuda muito. Precisamos de mais cores assim como precisamos de mais sorrisos . C.E. Abstract Lace, por Gale Titus Vamos deixar de lado essa obsessão pelo clean e pelo discreto e começar a variar nas cores. Sobriedade demais dá a sensação de depressão e melancolia. Ser sério e ser sisudo são coisas completamente diferentes - demonstrar uma atitude profissional independe de roupas pretas (claro que em alguns casos há regras que devem ser cumpridas, aí não há muito o que fazer). Se o escuro é necessário, tente cores escuras. Caso contrário, comece a adicionar cores vibrantes e dê nova harmonia a sua vida. Muitas pesso

Você quer ser feliz ou você quer ter razão?

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OK Button, por Rostislav Kralik Essa pergunta me acompanha há alguns anos. Ela parece um freio a qualquer ação que visa por ordem em alguma coisa - isso é insignificante demais para ir tão longe... Deve ser parente da expressão aceita que dói menos - sábia frase, mas geralmente usada para machucar as pessoas. Como o indivíduo fica paralisado ao ouvir uma frase dessas e meio sem saber como agir - afinal, está bem claro que a causa é pouca para tamanho esforço -, refletir sobre ela fora de um momento de tensão pode evitar desassossegos. Temos que lutar pelo que acreditamos - faz parte de nossa vida. Tem horas que parece que não avançamos, que nada dá certo. É tempo de parar e refletir, se realmente estamos no caminho certo do que desejamos. Após profunda reflexão, as coisas fluem com maior facilidade, e percebemos se estamos lutando por algo que realmente vale a pena. Não adianta querer parar no meio do caminho só porque não sabe qual o próximo passo dar - ou porque alguém disse que

Uma Casa. Um Lar. Um Templo

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Bird, Tree and Nature, por George Hodan Me mudei de novo! Meu Deus, faz um ano que saí da casa dos meus pais, e desde então tive quatro moradas: um quarto de um apartamento de família, dois quartos de república, e agora uma kitnet só minha. Não leve isso como ostentação, e sim como experiências, bagagens que levarei comigo pela vida inteira. Aprendi muito em todos os lugares onde morei, e este último promete ser o mais especial por ser só meu. Todas as nossas moradas são nossos lares. Por menos tempo que fiquemos - se for analisar, fiquei em média três meses em cada lugar - é nosso lugar de repouso e refúgio, onde podemos nos estabelecer. E deitar para dormir em um lugar por um tempo breve é uma sensação dolorosa - onde a gente fica, enfincam-se raízes; se a gente vai embora, as raízes são desfeitas; raízes são coisas duras para enfincar e retirar. Quando estamos em busca de um lugar pra morar - seja uma república, uma pensão, um apartamento - devemos procurar por um lar. Um lar

A Grande Falha do Feminismo Atual

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Pompeii Ruins, por Svetlana Tikhonova Durante o intervalo de um dia estressante de trabalho, deparei-me com uma notícia da BBC onde uma jovem chamou a polícia por sofrer assédio dos pedreiros de uma obra . Até aí tudo bem, virou moda isso. Entretanto, talvez pelo sangue ter fervido, acabei soltando um comentário até que rude no link do facebook. A resposta veio em peso, mas não em forma de debate ou troca de ideias: a linguagem ofensiva e as opiniões infantis foram um balde de água fria para mim. Não consigo entender por que tantas pessoas eximem a vítima de sua responsabilidade pela situação em que se encontra . O que eu entendi da notícia: a guria em questão fazia o mesmo caminho todos os dias, e neste caminho havia uma obra, cujos pedreiros ficavam assoviando. Por algum motivo (duvido que foi do nada...), o assédio chegou ao ponto dos pedreiros bloquearem seu caminho para que contornasse os mesmos para seguir (não sei qual é o problema disso). A jovem não aguentou mais a humilh

Editorial: o Som do Silêncio

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Nesse mundo cheio de sons, o silêncio torna-se uma sinfonia harmoniosa. Tem horas em que dá vontade de "desligar os ouvidos" de tanta coisa que ouvimos - simplesmente ficamos saturados e não dá pra aguentar mais. Muitas vezes pela qualidade do que ouvimos quanto pela quantidade. Como o que comemos, muitas vezes temos que filtrar e nos abster de determinadas coisas para manter nossa saúde, e, por que não, nossa sanidade. Quando falo sobre se abster de alimento, falo de parar de comer por pura compulsão, pura gula, a famosa gordice . O corpo não precisa do alimento naquela hora, mas é forçado a digerir o que não precisa. Quantas vezes não passamos por situações semelhantes, tendo que digerir coisas que não precisamos apenas por digerir pura e simplesmente, atravancando nossa mente e nos estressando desnecessariamente. Rain On Window, por David Wagner Com o ouvido é a mesma coisa. Com os olhos também. Vamos atrás do desnecessário por simples compulsão, apenas para entupir