Postagens

Mostrando postagens de Agosto, 2016

Álcool, drogas, sexo e Reiki

Imagem
Só coloquei as palavras mais "chocantes" no título, mas há outras restrições antes e depois da iniciação no Reiki: consumo de carne, uso de aparelhos eletrônicos (televisão, computador, celular...), ambientes tumultuados, ou seja, qualquer coisa que possa "atrapalhar" o fluxo energético ou "reduzir" a sensibilidade. Boa parte dos mestres orientam seus alunos a evitarem essas coisas para estarem mais limpos e abertos à energia Reiki durante o curso e o processo de iniciação e também aos 21 dias de purificação que se seguem. Para quem não é do ramo , são dicas valiosas e úteis a serem seguidas, mas pra quem já está na estrada , torna-se aos poucos desnecessário, e vou explicar o por quê neste post. Para quem nunca entrou em contato com as energias sutis de forma consciente, o corpo está repleto de "bloqueios", como se usasse uma venda nos olhos. E uma venda nos olhos atrapalha os outros sentidos também - é o que acontece com nossos corpos energ

Algumas palavras sobre Meditação

Imagem
Meditação é a prática da vez. Pode parecer exagero, mas todo mundo que eu vejo procura uma forma de praticá-la - como se fosse obrigatório por lei. Se pesquisar na internet, encontrará métodos, espaços, músicas, enfim, tudo o que é necessário (ou nem tanto) para poder meditar, como se isso fosse melhorar sua vida por si só. Ledo engano. Aliás, penso que as pessoas estão tão obcecadas por isso que não veem que estão exagerando, e que não conseguem entender porque se frustram com isso. Meditação sobretudo não é uma técnica para ser realizada durante determinado tempo em determinado local - é um processo gradual e constante de esvaziamento da mente a ponto da mesma estar permanentemente vazia. Para mim, a maior falha dos cursos de meditação é a criação de um ambiente para meditar. Isso pode ser de grande auxílio no começo, mas chega a ser ilógico: como ter a mente mais serena em situações de estresse se eu só a pratico na calmaria? É como treinar defesa pessoal sem prática: na hora que

Entre Fatos e Factoides

Imagem
Fico imaginando se na graduação em História, e mesmo no ensino escolar, deveria haver maior trato com a historiografia e com a construção do conhecimento historiográfico. Aliás, acho que a História é uma grande Mestra da Vida justamente por ensinar a lidar com fatos passados, presentes, e mesmo futuros. Lidar com este tipo de coisa contribui para nossa formação como ser humano e ajudaria na construção de uma sociedade melhor. Um dos pontos que deveriam ser tratados seria a questão do fato e do factoide, como diferenciá-los e mesmo utilizá-los na construção historiográfica e na própria evolução. Pesquisei um pouco na internet sobre o factoide, e vi que ele possui uma definição levemente diferente da que eu costumo utilizar: realmente é um fato falso considerado verdadeiro, no caso pela intensa veiculação, sendo que eu considero como uma interpretação distorcida de um fato legítimo por interesse pessoal. No final, ambos conferem: a intensa veiculação de um fato falso possui interesse

Um Eu de muitas caras e muitos jeitos

Imagem
A expressão duas caras possui uma conotação negativa ao se referir a uma pessoa de posturas e atitudes diferentes com o propósito de prejudicar outrem. Busca-se então ser a mesma pessoa em qualquer situação, em qualquer ambiente, e isso acaba causando muita frustração, porque as coisas não são bem assim . Em cada situação temos que ser uma pessoa diferente, porque a mesma demanda isto. Não é possível ser a mesma pessoa no trabalho, na escola, na faculdade, na academia. Nós devemos então nos utilizar de máscaras nas mais diversas situações, para nossa própria preservação. Diria que estes são apenas partes de nós, partes necessárias. Não dá para ser completo em qualquer lugar, isso pode ser seriamente danoso. Isso fica visível na transição da adolescência para a idade adulta, quando começamos a trabalhar e vemos que qualquer postura não é aceitável neste tipo de ambiente. Pode parecer absurdo no começo, mas com a devida orientação, é possível desenvolver um "eu profissional&quo