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Mostrando postagens de Dezembro, 2016

Uma crítica ao bom senso

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O bom senso é algo extremamente subjetivo, ou seja, não existe um bom senso coletivo , como muitos querem acreditar. O bom senso parte da visão pessoal de razoabilidade. E é algo tão pessoal, tão único, que pouquíssimas pessoas se concordam em algumas coisas, tendendo a discordar de muitas outras. Disso surgem as discussões: quem está certo e quem está errado? Ninguém! Interessante como este conceito ainda não foi passado pelo crivo da relatividade, a exemplo de outros conceitos mais sólidos e absolutos. É difícil aceitar que o bom senso coletivo não existe. Parece tão claro, tão óbvio! Mas o que é óbvio para uns, é absurdo para outros. No final, prevalece o bom senso de quem manda, mesmo que todos discordem. Simples assim. Quando uma pessoa apela ao bom senso, simplesmente ela quer dizer: para mim isso é certo e não dou a mínima importância para a sua opinião . O que parecia algo promissor lembra mais uma doença alojada no organismo há tanto tempo que não se sabe como começar o tr

Diane Stein, mestre Reiki?

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Deparei-me com esta pergunta ao ler mais atentamente o livro Reiki Essencial, de sua autoria. Nele, ela conta suas desventuras em se tornar mestre Reiki e suas dificuldades. Foi iniciada no nível I por um amigo nível II, além de outros amigos e conhecidos lhe ajudarem a receber iniciações nos outros níveis gratuitamente, já que não possuía dinheiro para pagar os cursos na época. O que ocorreu é que ela nunca recebeu um certificado que comprovasse tal sintonização, e em seu livro ela não cita os nomes de seus mestres. A coisa fica meio solta ao se apresentar a linhagem de Reiki, que é justamente uma forma de se comprovar que é reikiano. De certa forma isso deslegitima seus iniciados sucessivamente, chegando aos dias de hoje. O que muitos não aceitariam. Reiki é canalização de energia, e não irradiação. Enquanto aquele é o uso da energia do ambiente, este é o uso da própria energia vital, o que além de causar danos em quem emite, pode causar danos em quem recebe. Por isso a linhagem

Reiki como profissão - até que ponto?

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Vejo muitos profissionais reikianos falarem que ver o Reiki apenas como profissão é algo antiético, que deve ser, sobretudo, amor e doação. Quem não está nas nuvens sabe que não é bem assim. Fazer um curso de Reiki para tornar-se terapeuta e fazer disso uma profissão é algo louvável, mas também um desafio: o Reiki muda a vida das pessoas. Deve-se estar pronto para ver a vida virar de cabeça para baixo antes de começar a ganhar dinheiro. Não vejo problema nenhum em querer trabalhar com isso. Todo trabalho honesto deve ser valorizado, pois por si só engrandece o homem. Primeiro, a questão do dinheiro: ele em si não é algo negativo, sujo. É algo a ser trabalhado e merecido. Vive-se na matéria, deve-se aprender a conviver com ela, como já foi dito diversas vezes aqui. Reiki não é (só) doação. Pode ser muito legal fazer um trabalho voluntário com o Reiki, sobretudo quando não se possui oportunidade para praticar e sobra vontade de fazê-lo, mas é maravilhoso poder sustentar a vida materia

Democracia da chatice

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Não é pela sua cor de pele, nem pela sua escolha sexual ou afetiva. Não é pela sua origem social, posição social atual ou futura, nem pela sua religião. Não é pela sua filosofia de vida, se você tem uma, ou pela ideologia de mercado. Não é pela formação que você teve. Não é pela roupa que você veste, ou por você dizer biscoito ou bolacha. Não é pelo sexo, gênero ou sei lá o nome que dão agora, nem pelo dinheiro que sobra no final de todo mês, muito menos pelo lugar onde mora, e em que tipo de lugar você mora. Não é pelo quanto de chapinha que você usa, nem pelo time que você torce, muito menos do planeta que você veio. Você é chato, irritante, insuportável. É isso que você é. E nada irá justificar a não ser suas próprias atitudes. Se esconder em si mesmo é uma das piores armadilhas que as pessoas caem.