terça-feira, 1 de agosto de 2017

Os fatores e vetores de desenvolvimento do núcleo


A evolução pode ser positiva ou negativa, como apresentado em posts anteriores. No entanto, há duas coisas que apontam a direção evolutiva, sobretudo em aspectos específicos: os fatores e os vetores. Para tal, é necessário entender o que seria o núcleo, no qual aqueles agem diretamente.

Cada ser é um microcosmo, que ressoa com o macrocosmo (o Universo), infinito e complexo quanto este o é. Este microcosmo seria o núcleo de cada ser, algo tão pequeno, mas extremamente intenso e vasto. O Universo segue este padrão. Talvez o conceito de "pequeno" possa gerar estranhamento, já que é a maior coisa conhecida pelo ser humano, mas ficam as dúvidas e as conjecturas sobre outros Universos e mesmo dimensões.

O núcleo é cercado de situações e acontecimentos - os fatores. Estes se alinham conforme suas afinidades evolutivas em torno do núcleo, ou seja, cada "dificuldade", "problema", ou "situação" está ligado a um rumo evolutivo, por assim dizer. Esse rumo evolutivo seria o vetor, para onde os fatores convergem. Ao refletir sobre os "problemas da vida", a pessoa tem a oportunidade de perceber que o conjunto de fatores estão ligados a uma determinada lição, e perceber que um problema não é algo negativo em si.

O vetor pode estar apontado para fora, para dentro, ou mesmo tangenciar a circunferência do núcleo. Quanto maior esta circunferência, maior quantidade de fatores e vetores. Ao se aprender determinada lição, a circunferência aumenta de tamanho. Superando uma dos fatores do vetor, os outros são superados com mais facilidade - praticamente se dissolvem. Quando uma pessoa diz estar afogada em problemas, a maioria (para não dizer todos) dos fatores segue apenas um ou alguns vetores - ao aprender a lição necessária, os problemas "acabam".

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