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Mostrando postagens de abril, 2018

A diferença entre Ser e Estar

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Estou passando por alguns problemas nos quais não acho que é hora de escrever aqui. Se a coisa degringolar de vez, farei um post a respeito. Enfim, o vetor está trazendo um aprendizado importante e transformador: o que seria realmente o preconceito, a arrogância e mesmo a humildade. O preconceito está tão arraigado na sociedade que as pessoas não percebem que são preconceituosas. Até aí, parece aquele discurso padrão que se vê por aí. A diferença está no objeto considerado como alvo de preconceitos. O post é sobre o Voluntariado do Emílio Ribas , que acabei publicando antes desse devido à temporalidade da questão. A língua portuguesa possui uma diferenciação entre ser e estar , o que eu acho muito boa para trabalhar ideias, ao contrário do inglês (to be) e do francês (être), em que são considerados uma coisa só. O Ser indica maior temporalidade do que Estar, ou seja, o que você é, é e ponto - praticamente imutável. Quando você está algo, aquilo vai mudar, hoje ou amanhã. Muitos c

O esquerdismo como doença

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Talvez isso soe como algo extremamente preconceituoso à primeira vista. Contudo, depois de décadas de distúrbios ideológicos, pode-se concluir que existe algo de patológico entre as ideologias que estão à esquerda do espectro político. Não que não haja pessoas de Direita que possuem desvios de caráter e de personalidade, mas que as próprias ideologias de esquerda possuem traços doentios em suas estruturas. Pode-se começar com a afirmação do Dr. David R. Hawkins, célebre pesquisador da consciência humana, de que o marxismo, pai de todas as ideologias de esquerda, está calibrado em 130, abaixo do nível “neutro” de consciência, situado no nível do Desejo, próximo à Ira. Em comparação a outras correntes de pensamento, o marxismo é talvez a única que esteja abaixo do nível dos níveis saudáveis de consciência dentro dos estudos deste pesquisador. Delongando-se mais no assunto, em uma escala que vai de um a 1000, onde este é a iluminação absoluta e aquele é a ausência de vida, a faixa en

Desmistificando O Pequeno Príncipe

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Rascunho de uma das aquarelas queimado de cigarro e manchado de café, exposto no The Morgan Museum and Library em 2014 Coisas que aparentam perfeição devem ser analisadas com mais atenção. Muitos acabam por ser levados sem o mínimo questionamento, achando que as coisas são o que dizem ser , não o que realmente seriam . Algumas pessoas chegaram ao estágio de unanimidade forçada : todos concordam, ou melhor dizendo, a maioria concorda, enquanto uma minoria se vê coagida a não criticar. Vi esses dias um vídeo no qual um filósofo afirma que Platão estava errado com o seu Mito da Caverna, contudo não explica o motivo. Ele mais se vangloria por discordar do que explicar porque discorda. Não é esse o caso. Falo de pessoas nas quais estão cada vez mais difíceis de tecer críticas - quando feitas, o são de forma "controlada". Para ilustrar, com o trocadilho, comentarei um pouco sobre O Pequeno Príncipe e seu autor, o conde Antoine de Saint-Exupéry. Já escrevi anteriormente sobre o

Geração Nutella - Uma reflexão sobre Sofrimento

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Desaprendemos a sofrer. Qualquer dor nos incomoda, e é feito de tudo para evitá-la. Os avanços tecnológicos permitem que as pessoas sofram o mínimo pelo menor tempo possível. O problema é que sempre haverá problemas, sempre haverá dor e sofrimento. Contudo, desaprendeu-se a capacidade instintiva de lidar com isso. Busca-se fugir de situações que possam causar dores emocionais e estresses mentais. Resiste-se às situações adversas ao invés de encará-las de frente. O vitimismo hoje em dia está a um nível endêmico. E agora? A atual geração é fraca, de corpo e mente. Não possui a solidez física dos pais e avós, muito menos possui desenvolvimento mental. Nascer "conectado" não é um mérito, é mera consequência do desenvolvimento tecnológico. A questão é que os jovens de hoje em dia passam por menos problemas que as gerações anteriores, e tentam evitar a todo custo situações inevitáveis. Não falo em "criar problemas", muito menos de "bater de frente" em tudo, l