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Mostrando postagens de Maio, 2018

Ofensa e Agressão

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Já comentei sobre a dificuldade em conversar com as pessoas hoje em dia, e mesmo pontuo em alguns posts sobre a questão da ofensa e da agressão. Contudo, a impressão que eu tenho é que as pessoas estão se ofendendo com coisas cada vez mais bobas, e criando celeumas desnecessárias. Existe até um termo para isso: violência psicológica, como se uma pessoa pudesse agredir outra apenas pelo pensamento. Pois bem, mesmo que estejamos em uma era onde a dominação ocorre principalmente pela via mental ( reprogramações , lavagens cerebrais, etc), a verdadeira agressão é contra a integridade física do ser. É muito mais fácil lidar com palavras do que com socos, ao contrário do que apregoam por aí. Isso também faz parte de uma estratégia de dominação: sugerir que a pessoa não possui "força mental" para reagir a este tipo de coisa. Existe um ditado que diz que a substância é venenosa para quem a ingere . A ofensa é basicamente isso: um veneno para quem toma, para quem aceita ser agre

Resenhando Tolkien

Tolkien é uns escritores mais brilhantes de todos os tempos, talvez o mais. Contudo, a impressão que tenho é de que o reconhecimento está aquém da genialidade de sua obra. Uma pessoa que, ao longo de sua vida, desenvolveu sozinha toda uma mitologia, com descrições detalhadas e profundas de pessoas, acontecimentos e lugares em tramas complexas e profundas, sem perder a beleza da escrita e da narrativa, interligadas por conjuntos linguísticos completos. Não há palavras para descrever tamanha maravilha. Só lendo para sentir a profundidade de seu trabalho. Há alguns anos, eu tinha lido a trilogia O Senhor dos Anéis, e a tinha achado muito interessante, mas acabei deixando de lado. Ano passado, contudo, decidi ler a obra inteira de Tolkien, ou pelo menos o máximo de livros que pudesse encontrar de sua autoria. Talvez eu não consiga ler a obra por inteiro: cada ano que passa, mais textos inéditos são publicados, fruto da miríade de rascunhos acumulada pelo autor. Por enquanto, meu "ap

Fora do Facebook

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Faz alguns meses que eu ruminava a ideia de deletar a minha conta do Facebook. Informações inúteis, quase nenhuma troca de conhecimento, ou mesmo pouca comunicação entre as pessoas. Meus maiores aprendizados na internet foram bem longe dele, por sinal. Só que faltava algo para eu sair definitivamente. Ainda não tinha resolvido a questão dentro de mim. Foi nesses dias que consegui refletir de forma profunda e dar fim à situação. Há algum tempo eu havia comentado sobre minha experiência de não ter televisão em casa . Não ter Facebook talvez seja a nova versão dessa escolha: hoje em dia não ter TV em casa é comum - às vezes ter o aparelho para utilizar o Netflix ou Chromecast. Lembro que alguém havia me desafiado a sair do Face, como se minha escolha fosse um mero jogo de vaidade. Interessante que o pessoal Nova Era ao mesmo tempo que comenta sobre a radiação dos aparelhos eletrônicos não larga das suas redes sociais, dependendo desses mesmos aparelhos. Ao contrário do que pode par

Não existe tentativa

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Taí um vício que eu tô tentando me livrar: de tentar fazer as coisas. Tentar já implica em si não conseguir, falha. Não digo em acertar de primeira , mas ir até o fim, fazer com a certeza de que vai dar certo. O erro é apenas uma descoberta de aquele jeito não chega lá. Isso parece um motivacional às avessas , mas apenas expõe a "preguiça" que as pessoas têm para superar determinadas situações: algumas usam a "tentativa" como desculpa para não tentar. Eu mesma faço isso às vezes. Talvez alguns leitores tenham percebido que já usei outras vezes a palavra tentativa, e agora estou apresentando uma opinião diversa. Este layout infelizmente não exibe a data da postagem, ou seja, é difícil saber se a postagem é antiga ou nova. Contudo, cada leitor pode se identificar com uma "época" de postagem, ao longo desses anos. Ler apenas as últimas, achando que são as "melhores" pode ser um engano. Como disse anteriormente, tentar implica falha. A maiori

Sobre "lacrar" e "magia negra"

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Não gosto do termo "lacrar". Ele se refere a operações "mágicas" de baixa frequência, para evitar que tal operação seja quebrada por outras pessoas. Só andar pela rua para trombar com cartazes e panfletos de pessoas fazedoras e desfazedoras - no nível de lixo que produzem, imagine a qualidade do trabalho - de operações "mágicas" ou "energéticas". Se há tanta propaganda, é porque há gente que procura, há gente que acredita que funciona - há gente que vive disso. O Facebook resolveu me sugerir não mais páginas sobre Reiki, mas sobre "magias" e afins. Já estudei muito sobre - era o que correspondia ao meu nível (baixo) de consciência -, sobretudo na adolescência. Conforme fui desenvolvendo minha consciência (de verdade), fui deixando isso de lado naturalmente. Hoje vejo isso mais como uma brincadeira de criança entre crianças . Geralmente quem mexe com isso não sabe com o que está lidando, e não sabe as consequências que isso pode gerar