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Mostrando postagens de setembro, 2020

Lei do retorno e da atração para leigos

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Lembrei-me daquela série de livros "Para Leigos", "For Dummies" no original, algo que seria literalmente para idiotas . Bom, as pessoas no geral acham que a Lei do Retorno nada mais é que alguém faz algo, e logo aquilo volta pra ele . Se realmente fosse assim, bandidos seriam punidos exemplarmente e o mundo seria uma maravilha... Voltemos à realidade. Eu havia comentado no post sobre os padrões não-lineares que a vida funciona em campos atratores, nas palavras do Hawkins. Logo, tudo está interligado dentro de níveis de consciência, e conforme a pessoa evolui, ela passa a abarcar mais e melhores dados destes campos. Toda a ação não gera uma reação, mas está dentro de uma rede de eventos possíveis em seu campo atrator. Não significa que uma pessoa de nível de consciência baixo não pode ter uma atitude elevada, pelo contrário, ela pode fazê-lo e isso pode ajudá-la em sua evolução, pois isso irá atrair outras coisas, dentro do novo campo atrator. Isso vai de encont

Os três quocientes

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Há um tempo atrás, fiz um curso virtual de inteligência emocional . O nome do curso havia me chamado a atenção, já que eu ainda não havia me aprofundado no assunto. Ao longo das aulas, porém, percebi que a tal da inteligência emocional tratava-se da boa e velha maturidade , coisa com a qual a maioria das pessoas não sabe lidar hoje em dia. Por esse aspecto, dá até para considerar a ideia de que inteligência emocional não existe, pois a mesma é subjetiva e, portanto, impossível de ser "quantificada". Bom, é nítido que há um quociente emocional que as pessoas possuem, ligado à capacidade que se tem em lidar com as situações da vida. Não é exatamente uma pessoa alto-astral , que vê tudo lindo e maravilhoso, etc, mas uma pessoa que sabe agir de forma racional, sem se deixar levar pelos sentimentos, muito menos pelo orgulho ou birra. Aceitar as coisas como são e aceitar-se como é são um bom começo para desenvolver isso. Ao contrário do que as pessoas pensam, quociente de int

Refletindo sobre proatividade

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Eu vejo as pessoas reclamaram continuamente sobre proatividade. É uma virtude louvada por superiores e subordinados, a capacidade de antecipar tendências e tomar atitudes precisas. No entanto, ser proativo não depende da própria pessoa, como alguns acreditam, pelo contrário, depende mais do grupo onde ela se encontra receber essas inovações de forma humilde, independente se aquilo vai dar certo ou errado a curto, médio e longo prazos. Soa estranho falar que proatividade depende mais da equipe (de trabalho, de estudos, etc.) do que do indivíduo. Não se pode pensar em proatividade sem pensar em um grupo, afinal, a ideia é antecipar-se e tomar atitude, o que não faz muito sentido quando se pensa na própria vida. Ser proativo consigo mesmo já deveria ser uma constante, afinal, o grande interessado é o próprio indivíduo. No entanto, boa parte das pessoas, para não dizer a maioria delas, não é interessada na proatividade alheia, pois, além de tirar-lhes destaque e mérito, pode ser caracter

Criticando o pensamento crítico

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Pensamento crítico é uma daquelas expressões aparentemente inócuas que causam grandes danos na atualidade. É parente do politicamente correto , e como tal, também deve ser exposto. Aparentemente, pensar de forma crítica é analisar o exposto, de forma a processá-lo de forma mais racional; no entanto, é um conceito no qual deve-se apenas criticar a sociedade vigente, mas não o que é proposto para a mesma. Criticar dá a falsa sensação de superioridade ao que é criticado, gerando um vício por criticar, mesmo sem motivo. Critica-se para reduzir algo indesejável, critica-se para defender-se de algo, e por aí vai. Criticar abala estruturas, quando não as põe no chão. Uma crítica bem feita destrói as melhores ideias e as mais elevadas intenções. Mas e a crítica construtiva? Ela ajuda a melhorar, é quando você quebra algo para reformar, como uma parede. É pontual, e sempre busca valorizar os bons aspectos de algo - a crítica pela crítica não. Nestes tempos conturbados, mesmo uma crítica des

A pirâmide de necessidades e a opressão sutil

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Um dia desses, um amiga desabafou comigo sobre o eterno ciclo das contas a pagar , que sempre haverá contas a serem pagas, e que deverão ser pagas, sem uma esperança de libertação sobre elas. Lembrei-me da Pirâmide de Necessidades de Maslow, que sistematiza as necessidades humanas do nível mais físico a um nível mais sutil, mas ainda sim ligado à vida material - ele buscava estudar as prioridades dos animais em relação a sua existência. Pode ser feito um paralelo dessa pirâmide com os níveis de consciência do Hawkins, nos níveis inferiores. As pessoas se preocupam, principalmente, com a sobrevivência: isso vem do nosso instinto natural de animal de rebanho. Não há interesse real em crescer como pessoa, apenas na próxima refeição e nas próximas horas de sono, e, quando muito, na formação de uma família para procriação. É uma questão de escolha, que fica limitada ao nível de percepção. Se isso é satisfeito, rara é a pessoa que busca outras coisas além, quando não um aprimoramento da p