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Mostrando postagens de Agosto, 2021

Refletindo sobre MGTOW

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Antes de tudo, vou dar a minha definição sobre o MGTOW, homens que seguem seu próprio caminho na tradução: são homens que desistiram de estabelecer quaisquer relacionamentos com mulheres (seja a nível pessoal ou mesmo social, incluindo nisso amizades e relações de trabalho) devido às mazelas do Feminismo e ao privilégio feminino presente hoje na sociedade. É necessário deixar claro que o Feminismo desequilibrou as relações entre homens e mulheres, induzindo comportamentos artificiais, contra a natureza das pessoas enquanto animais. De tanto insistirem que as mulheres são oprimidas e desrespeitadas, foram criadas uma infinidade de recursos para privilegiá-las, tornando o homem, considerado o causador de todos os problemas da humanidade, no maior perseguido da atualidade. Preste atenção às notícias: quando a mulher é vítima, estardalhaço; quando o homem é vítima, silêncio. Em diversas leis é claro o privilégio feminino, onde deveria prevalecer o princípio constitucional de igualdade

Cruella (2021)

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Decidi comentar sobre este filme por conta da onda de obras que tentam justificar a maldade das pessoas, sejam estas reais ou ficcionais. O vilão é pintado como vítima, com um potencial (ou genialidade , termo usado pela protagonista no filme) não reconhecido pelas pessoas em volta, sentindo-se impelida a apelar para atitudes cada vez mais baixas para alcançar seus objetivos. Uma coisa tem que ficar clara: nada justifica a maldade, absolutamente nada . No filme, dá-se a impressão de que Cruella não teve escolha, mas prestando atenção é possível perceber que sempre houve alternativas para tomar boas atitudes, mas aí vem um detalhe interessante: todos os saltos que Cruella teve na carreira foram quando ela deixou sua maldade falar mais alto - que "belo" exemplo, né? Repare nos dois amigos que viraram seus capangas: meninos de rua que viviam de pequenos golpes. Aos poucos, a amizade e o companheirismo dão lugar à manipulação e à submissão. Eles se ressentem com isso, mas acabam

A nova velha escravidão

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Não sei se lembram das aulas de História da escola, onde comentavam sobre a escravidão por dívidas, instituição comum na Antiguidade, onde pessoas tornavam-se escravas de seus credores por não conseguir pagar o que devem. Esta instituição foi abolida na Europa medieval, assim como outras modalidades de escravidão. No que se conhece como transição da Idade Média para a Moderna, há uma expansão do comércio e das cidades (que nunca deixaram de existir, por sinal), e um maior uso dos juros nas transações comerciais. Interessante notar que no Medievo cobrar juros era pecado, pois não se poderia cobrar algo pertencente a Deus. A perda do poder da Igreja fez com que essas dogmáticas fossem deixadas de lado, dando maior atenção às coisas dos homens (pense no conceito do antropocentrismo). Saltando desta época para a atualidade, notem que a principal causa de endividamento das pessoas é por conta dos juros cobrados, quase sempre juros sobre juros (cobram-se juros dos juros já cobrados anteri

A omissão é a arma do covarde

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Notei que ultimamente as pessoas evitam reagir às situações com coragem, mas aguardando o primeiro deslize alheio para dar o bote, sem realmente combater pelo que acreditam. Quando estão com o poder de decisão, a coisa piora, pois em situações que lhe são desfavoráveis, aguardam apenas para impor sua opinião às pressas, sem chance de reação alheia. Não adianta discutir, apresentar fatos e dados, se a outra parte está com o poder de decisão, ela irá esperar a situação degringolar para fazer algo. Situações que poderiam ser resolvidas antecipadamente, sem sobressaltos, viram pesadelos de final de prazo, pois o interessado perde duas vezes: primeiro na ausência de debate, segundo na falta de alternativas pela falta de tempo para resolução. Simplesmente isso acontece com a falta de respostas por parte de quem decide: solicita-se, mas não há resposta; apresentam-se fatos, não há aceitação nem refutação; reiteram-se as solicitações, mantém-se o silêncio. Apenas quando o interessado toma u